Beholder coloca o jogador como administrador de um prédio em um Estado totalitário. A função pública de cuidar dos apartamentos encobre a obrigação de vigiar moradores e fornecer informações às autoridades.
Receber inquilinos e organizar o local aproxima o protagonista da vida de outras pessoas. Essa convivência oferece informações que podem ser usadas dentro de um sistema que transforma a privacidade em suspeita.
Escutas e buscas nos apartamentos permitem reunir dados sobre os moradores. A atividade cria um conflito entre cumprir as ordens do governo e reconhecer as consequências que uma denúncia pode provocar.
Vigilância e investigação clandestina...
O jogador precisa lidar com pedidos e situações moralmente difíceis. A história usa a administração do prédio para explorar como um regime autoritário afeta relações comuns e coloca necessidades pessoais diante de exigências do Estado.
Decisões entre obediência e humanidade!
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